Daniel de Santana Alves

Moro em Jacareí, interior de São Paulo, e atualmente curso Jornalismo pela Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP), em São José dos Campos.

Tenho experiência em reportagem textual e audiovisual, social media e pesquisa acadêmica.

Participo da revista universitária Foca desde 2024 e atuo produzindo conteúdo multiplataforma, abordando temas como meio ambiente, direitos humanos, cultura, entre outros.

Também participei e fui premiado no Encontro Latino-Americano de Iniciação Científica (INIC) nos anos de 2024 e 2025 por três artigos acadêmicos publicados, os quais abordaram a representação racial midiática, a cobertura ambiental regional e a desigualdade de gênero na política do Vale do Paraíba. Recebi, respectivamente, os prêmios de 2º, 3º e 1º lugar na área de Ciências Sociais Aplicadas.

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Entre o medo e o cuidado: desafios da população LGBTQIA+ no acesso à saúde mental

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As candidaturas femininas na região do Vale do Paraíba: um segmento da desigualdade de gênero

O presente artigo objetiva analisar a desigualdade de gênero no Poder Executivo dos 39 municípios que compõem a Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, no interior do estado de São Paulo e, assim, discutir a inclusão de mulheres na política da Emenda Constitucional 117, de 2022, que trata das cotas de gênero nas eleições. Foi realizada uma comparação de resultados nas eleições de 2020 e 2024, quantas foram eleitas e uma análise das candidaturas sob o aspecto do gênero nas cidades valeparaibanas. Conclui-se que a legislação se mostrou eficiente em atenuar a desigualdade de gênero na política nacional, com um acréscimo de 9,4% no número de mulheres eleitas como prefeitas, entretanto não no recorte regional, caindo em 50% o número de candidatas chefiando o Executivo municipal. Além disso, a questão também perpassa por problemas estruturais e raciais.

A mídia digital valeparaibana na discussão ambiental: um estudo do caso das queimadas em 2024

Este artigo objetiva analisar a cobertura midiática na Região Metropolitana do Vale do Paraíba a respeito das questões ambientais, com o recorte das queimadas, ocorridas em 2024. Aborda-se casos nacionais e internacionais em que os veículos de informação foram cruciais para o fortalecimento da discussão ambiental. Para realizar esta pesquisa, foi realizado um levantamento do noticiário entre os meses de abril e outubro de 2024, dos principais meios jornalísticos valeparaibanos digitais (G1 Vale do Paraíba, O Vale e SP Rio+), identificando o veículo, o conteúdo da notícia e de que forma a cobertura se tornou importante no debate socioambiental. De acordo com os dados, há um domínio do portal G1 Vale do Paraíba, representando 84,9% das notícias publicadas no período selecionado e uma preferência geral dos meios de comunicação por conteúdos informativos e não aprofundados sobre as queimadas (75,8% contra 24,2% respectivamente).

Como crises ambientais e econômicas têm impactado na adoção do veganismo e vegetarianismo

Crises econômicas e ambientais entre 2014 e 2024 abalaram o Brasil e refletem na rotina alimentar dos brasileiros. A instabilidade vem desde o desastre de Mariana em 2015, o impeachment presidencial de 2016, a pandemia da Covid-19 em 2020 e, finalmente, chegando às históricas queimadas na floresta amazônica de 2024. Diante desse cenário, cresce na “geração saúde” a disposição de adotar novos hábitos alimentares, enxergando no vegetarianismo e no veganismo uma forma de alinhar a saúde pessoal com...